terça-feira, 29 de novembro de 2011

Lobão critica ONGs que não querem hidrelétricas

29 de novembro de 2011 | 20h 17

KARLA MENDES - Agencia Estado

BRASÍLIA - O movimento de Organizações Não-Governamentais (ONGs) contra a construção de grandes hidrelétricas foi duramente criticado ontem pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão."Somos atropelados a cada dia por gênios que querem nos impedir, a todo custo, de construir as hidrelétricas, que são a energia mais limpa e renovávePDESSOINHl do mundo", afirmou Lobão, na abertura do seminário "A Lei do Gás e o Planejamento da Expansão da Malha de Transporte", realizado ontem no Ministério de Minas e Energia.

O ministro destacou que a construção de hidrelétricas, com a usina de Belo Monte, evita o uso de outras fontes energéticas mais poluentes, como o carvão e o óleo, e que há "desinformação a respeito do assunto". Segundo Lobão, há representantes de ONGs que "se infiltram" entre os estudantes universitários para "denegrir" a imagem desses empreendimentos.

O ministro estima que, das cerca de 340 mil ONGs que atuam no mundo, 300 mil "não defendem nossos interesses". As críticas às grandes hidrelétricas brasileiras, segundo (Fim da matéria)

A MEU VER É A OPINIÃO DE UMA PESSOA DESPREPARADA, EGOÍSTA, CORRUPTA E LAMBE-BOTAS  -  DEVE ESTAR FATURANDO MUITÍSSIMO ALTO, LÓGICO, ELE E OS CHEFES DELE. PESSOINHA RIDÍCULA.

PORQUE SOU A FAVOR DO MOVIMENTO GOTA D’ÁGUA E CONTRA A CONSTRUÇÃO DA USINA DE BELO MONTE.

O referido assunto cabe aqui no blog por tratar-se do aviltamento de 70.000 vidas.

OS GRANDES ENTENDIDOS QUE NÃO ESTUDAM E NÃO LÊEM NADA MAIS DO QUE REVISTINHAS EM QUADRINHOS E QUE SÃO A FAVOR DOS POLÍTICOS NÃO SABEM QUE A ENERGIA EÓLICA É MAIS BARATA E VEM CAINDO A CADA DIA SUA CONSTRUÇÃO E DÁ MUITO MENOS PREJUIZO EM MANUTENÇÃO (SOMENTE DE 6 EM 6 MESES) E TAMBÉM NÃO PREJUDICA A VIDA DE NINGUÉM (MAIS OU MENOS UNS 70.000 ENVOLVIDOS) ALÉM DE CONSERVAR AS FLORESTAS E RIOS (FAUNA E FLORA). {Leiam este artigo}.

ALÉM DO MAIS, MUITOS SOMENTE APOIAM A CONSTRUÇÃO DE BELO MONTE PARA APOIAR A CORRUPÇÃO DOS ATUAIS POLÍTICOS, POIS, SE OS OUTROS ROUBARAM E CORROMPERAM NOS ÚLTIMOS TRINTA ANOS NÓS TAMBÉM TEMOS QUE ROUBAR E CORROMPER, É A DESCULPA DOS QUE SE BENEFICIAM E DO GOVERNO QUE SEMPRE SE AUTOPROCLAMOU DEFENSOR DO “SOCIALISMO JUSTO”, “CONTRA A CORRUPÇÃO”, “LADROAGEM” , “LAVAGEM DE DINHEIRO, DIVISAS, HONRADEZ, ETC…”, A VERDADE É QUE SOMENTE VISAM O BENEFÍCIO DO PRÓPRIO BOLSO E DA “BOLSA”. POR ISSO SOU APOLÍTICO.

VEJAM ALGUMAS DAS USINAS EÓLICAS NO CEARÁ

Movida com a força dos ventos

Líder mundial em usinas eólicas instala-se em Sorocaba e aposta na diversificação de fontes energéticas no Brasil
André Marcel de Lima

Energia eólica é ilustre desconhecida no Brasil. Poucos sabem que é possível converter ventos em energia elétrica, porque no País tropical banhado por 8,5 mil quilômetros de costas litorâneas predomina a idéia de que eletricidade se faz apenas com hidrelétricas. Mas não é por isso que a Enercon, líder mundial em equipamentos para usinas eólicas, deixou de enxergar o mercado brasileiro como manancial de negócios. Principalmente diante de cenários como o atual, em que a expansão da produção está ameaçada com o racionamento de energia devido à pouca chuva neste 2001. Se por um lado a falta de tradição brasileira no uso da fonte eólica poderia transformar em insanidade a aposta no País, por outro a necessidade de gerar energia para acompanhar o crescimento da demanda nacional é interpretada como sinal verde por organizações cuja especialização em energias alternativas gravita em torno das soberanas hidrelétricas. É justamente por subestimar os obstáculos e superestimar as oportunidades que a multinacional Enercon investiu US$ 12 milhões para implantar a subsidiária Wobben Windpower em Sorocaba, a 97 quilômetros de São Paulo.
A Wobben Windpower implantou três usinas eólicas no Brasil desde que foi instalada, em 1995. Duas estão no Ceará e uma no Paraná. É pouco para a capacidade da empresa, que exporta equipamentos para o Primeiro Mundo para manter a produção em níveis satisfatórios, mas representa muito no panorama brasileiro: as três usinas respondem por 17,5 dos 20 megawatts de capacidade instalada no Brasil. Significa que a Wobben Windpower é responsável por 87% de toda energia eólica gerada no País em apenas cinco anos de atividades.
Entre as criações da organização está a maior usina eólica da América do Sul, localizada no Município cearense de Aquiráz, cuja capacidade instalada de 10 megawatts é suficiente para atender ao consumo domiciliar de 100 mil pessoas. No portfólio da subsidiária brasileira da empresa alemã também está a primeira usina eólica do mundo construída sobre dunas, na Praia de Taíba, Município cearense de São Gonçalo do Amarante. A outra usina fica em Palmas, no Paraná, e tem capacidade para iluminar uma cidade com 20 mil habitantes. A quarta usina da Wobben Windpower está em fase de implantação na Patagônia Argentina. "É só o começo das operações no Mercosul" — entusiasma-se Francisco Antonio Aidar, diretor de Planejamento e Desenvolvimento da empresa e que tem 22 anos de experiência na Eletropaulo.
Afirmar que a Wobben Windpower implanta usinas eólicas não transmite o conjunto de atribuições envolvido no trabalho. O serviço começa com a elaboração de projetos baseados na força dos ventos, passa pela produção de pás, aerogeradores e componentes na fábrica instalada na Zona Industrial de Sorocaba, e culmina com a instalação executada sob supervisão de técnicos vindos da Alemanha. Na realidade, a responsabilidade vai além da entrega porque as usinas não foram montadas para terceiros, mas pertencem à própria Wobben Windpower na categoria de produtora independente. A energia gerada pelas usinas eólicas cearenses é vendida para a Coelse (Companhia Energética do Ceará), enquanto a usina de Palmas foi montada em conjunto com a Copel (Companhia Paranaense de Energia). Além dos US$ 12 milhões investidos na fábrica de Sorocaba, a multinacional alemã injetou US$ 18 milhões na montagem das usinas. Foram US$ 15 milhões nas usinas cearenses e US$ 3 milhões na paranaense.
"Investir integralmente e operar as usinas foram a única forma encontrada para desbravar o mercado brasileiro. Na medida em que a energia eólica se tornar mais conhecida e consolidar a credibilidade, a natureza dos contratos vai mudar. O Estado vai perder o receio de investir na aquisição das usinas e vamos nos dedicar mais a projetar, produzir e montar do que em operar" — considera Francisco Aidar. Para acelerar a esperada mudança de hábito, a Wobben Windpower criou contrato que garante disponibilidade mínima de 97%, que resulta na geração de energia de acordo com montante previamente acertado com o cliente. Além disso, a mesma tecnologia utilizada pela Wobben Wind-power para acompanhar o desempenho de suas usinas pode ser colocada à disposição de terceiros que venham a investir na fonte alternativa: a Wobben monitora por computador, de Sorocaba, a performance dos equipamentos instalados no Ceará e no Paraná.
Francisco Aidar explica que a fonte eólica não é indicada para todas as regiões brasileiras. Antes de instalar os equipamentos é necessário medir a força dos ventos para verificar se o potencial de geração de energia é suficiente para cobrir os investimentos. É para isso que a empresa mantém torres de medição com 50 metros de altura de Norte a Sul do País. Apesar das limitações geofísicas, o potencial de geração de energia eólica é muito maior do que a capacidade instalada de 20 megawatts. O potencial estimado de 12 gigawatts — ou 12 mil megawatts — está concentrado na costa do Nordeste e do Rio Grande do Sul e em algumas regiões não litorâneas do Paraná e de Santa Catarina. "O que é explorado hoje corresponde a apenas uma gota num oceano de oportunidades" — diz. Ele conta que a matriz Enercon responde por 2,05 dos 15 gigawatts eólicos instalados no mundo. Cerca de 70% das usinas implantadas pela Enercon estão na própria Alemanha e o restante pulverizado entre mais de 20 países.
Ecologicamente correto — A grande vantagem da energia dos ventos está na ausência de impactos ambientais. As usinas eólicas utilizam insumo abundante e que não tem outra finalidade além de refrescar no calor. Diferentemente das hidrelétricas, que dependem da valiosa água. Além disso, ventos não geram subprodutos nocivos à natureza. O único senão é que usinas eólicas operam sempre como complemento às fontes energéticas tradicionais, cujo suprimento não pode depender da oscilação dos ventos. "Uma vantagem especialmente importante para regiões turísticas é que as usinas eólicas não interferem no ambiente. Onde tem pasto continua pasto, onde há dunas continuam as dunas" — relata Francisco Aidar. Como se sabe, hidrelétricas exigem mudanças de cursos de rios, inundação de áreas e desmatamentos. Além disso, o custo de implantação de usinas eólicas é praticamente o mesmo das hidrelétricas: oscila entre US$ 900 mil a US$ 1,1 milhão por megawatt instalado. Um megawatt, ou mil quilowatts, é suficiente para o consumo de 10 mil pessoas na costa do Nordeste.
O indício mais representativo de que a Enercon aposta no potencial dos mercados brasileiro e sul-americano foi o investimento de US$ 5 milhões para a produção de aerogeradores em Sorocaba, em meados do ano passado. Antes a Wobben Windpower fabricava apenas pás giratórias e importava da Alemanha os equipamentos responsáveis pela conversão da força dos ventos em eletricidade. Tanto que as três usinas implantadas no Brasil foram montadas com aerogeradores importados. "A usina em implantação na Patagônia Argentina será a primeira com todos os equipamentos produzidos em Sorocaba" — menciona o diretor.
O investimento de US$ 5 milhões para a nacionalização do item de maior complexidade e valor agregado envolveu importação de equipamentos e também despesas com viagens para troca de know-how entre brasileiros da subsidiária Wobben Windpower e alemães da Enercon. O setor de aerogeradores divide em partes iguais com o de pás a área produtiva de 10 mil metros quadrados inserida em terreno de 60 mil metros quadrados. Ao todo são 200 funcionários, dos quais 180 em setores produtivos e 20 administrativos. Apenas as torres que sustentam os aerogeradores e as pás têm produção terceirizada, pela Confab de Pindamonhangaba. As torres têm mais de 40 metros de altura para sustentar as pás giratórias de 20 metros de extensão. O efeito plástico dos equipamentos em funcionamento é de cataventos gigantes, de 40 metros de diâmetro.
Por enquanto, o volume de negócios no Brasil é mais compatível com brisa do que com tufão. Cerca de 80% do faturamento de US$ 10 milhões no ano passado vieram de exportação de pás para a matriz alemã e o restante da energia gerada pelas três usinas. As 900 pás exportadas em 2000 foram ótimo negócio para o grupo alemão, já que os custos de produção no Brasil ficaram menores em razão da desvalorização do real frente ao euro e o dólar. A Wobben Windpower projeta ampliar o faturamento para US$ 15 milhões em 2001, mas a expectativa tem muito pouco a ver com exportações. A empresa espera projetar, produzir e implantar mais usinas eólicas no Brasil e no Mercosul. "Vamos participar de concorrência para duas usinas de 30 megawatts cada no Ceará e aguardamos resposta para várias propostas" — revela Francisco Aidar. "Pretendemos exportar 100 pás a mais que as 900 do ano passado, mas o salto de 50% no faturamento virá com a intensificação de negócios no Brasil" — destaca.

http://www.fernandosantiago.com.br/eolica.htm

E PARA NÃO ESQUECERMOS DE QUE SOMOS TODOS CONTRA A AMEAÇA QUE PAIRA SOBRE 70.000 VIDAS E ACIMA DA FAUNA E FLORA BRASILEIRAS RECOLOCO MAIS UMA VEZ O VÍDEO

Indignação contra Belo Monte. Acesse o sitehttp://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura e assine a petição, ajude assim a fazer com que o interesse do povo e não dos políticos seja respeitado. "Uma gota move o oceano!"
Os links abaixo acessam vídeos referentes a Belo Monte e formas de energia diversas.
http://www.youtube.com/watch?v=KyaS_OzuL8o parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=e6cyhcdszpo parte 2
vídeos sugeridos por
http://www.youtube.com/user/santosrj18

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Agnelo Queiroz e Chico Vigilante mandam espancar militantes do PSOL em Ceilândia

No último sábado, 26 de novembro, militantes do Psol em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, a 26 quilômetros do Plano Piloto de Brasília, foi marcada um ato e comunicado aos militantes partidário por e-mail.  Mas está forma de comunicação do PSOL foi Hackeado,  é sabido que o governo do DF contratou vários Hacker para retirar da internet qualquer notícia contra  Agnelo Queiroz,  e as primeiras vitímas dessa ação foi o blog do PSOL retirado do ar, e os miltantes no ato, pego de surpresa por mais 100 pessoas fardas de camisetas vermelhas e com a estampa do PT no peito, em frente a Feira de Ceilândia.

Os capangas de Agnelo Queiroz, agrediram os militantes do PSOL, com socos e pontapés durante todos o percurso da atividade e acompanhados com um carro de som e onde um funcionário da administração da cidade comandava várias agreções verbais de baixo nível, contra Toninho e a ex-Deputada Federal Maninha. O empregado da Administração de Ceilândia recebia ordens do Sr. Ari e do Deputado Chico Vigilante, segundo feirantes que viram eles reunidos ao lado da feira passando recomendações de como agir.

Para a Senadora Marinor Brito, este bando devia está nas portas dos hospitais, escolas e nas garagens das empresas de ônibus, exigindo melhores serviços, “São corruptos e covardes, o ataque a militantes do PSOL por um bando do PT, não foi um ataque apenas ao PSOL, mas um GRAVE ataque à DEMOCRACIA, já não basta o ataque aos cofres públicos, agora atacam os direitos mais elementares dos cidadãos”. Desabafou Marinor, líder do partido no senado.

  O PSOL cumprindo com seu dever foi às ruas denunciar, e conversar com o povo trabalhador do Distrito Federal a cercados escândalos envolvendo o governador, quando o bando e começaram a arrancar de forma violenta os panfletos das mãos dos militantes do PSOL. O aparato do PT foi girado para intimidar os militantes do PSOL. Um enorme carro de som incitava a violência contra os militantes e também contra a democracia.

Chegaram xingando, empurrando, deram até soco no Toninho, que obteve 15% dos votos nas últimas eleições para governador do DF. Os lojistas da Ceilandia evitaram o pior porque diante das agressões saíram em defesa do PSOL, chamando um “vivas” ao partido. Os provocadores do governo do PT/PC do B, envolvido até o pescoço nos escândalos no ministério do esporte, não vão se dar bem. A agitação de rua vai aumentar no Distrito Federal. E com certeza tendo mais apoio popular do que já tem.

Contato:

Toninho do PSOL

(61) 8118-5310

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sábado, 26 de novembro de 2011

REVOLTA DO FILÓSOFO OLAVO DE CARVALHO CONTRA A DITADURA GAY NO BRASIL, DEFENDIDA POR DILMA. (PARTE 1)


Debate pré-moldado
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 29 de março de 2007
“Moldar o debate” é a técnica usada por grupos de interesse para impedir que as discussões públicas apreendam a substância dos problemas e canalizá-las numa direção forçada, postiça, previamente calculada para servir aos objetivos do grupo.
Nos anos 70, essa técnica tirou os EUA do Vietnã, deixando o caminho livre para que os comunistas assassinassem três milhões de civis ali e no vizinho Camboja. O truque foi desviar a discussão do problema central -- a ameaça vietcongue – e concentrá-la no estereótipo da “paz”. A paz acabou matando quatro vezes mais gente do que a guerra, mas quem liga para isso?
Pelos mesmos meios foi liberado o aborto, escamoteando a questão essencial – o que é e como se faz um aborto – e fixando o debate na “liberdade de escolha”. Com ajuda de estatísticas falsas (o número de mulheres mortas em abortos ilegais nos EUA foi artificialmente esticado de 250 para dez mil por ano), a militância abortista dessensibilizou a opinião pública para o fato de que se tratava de matar, por meios inconcebivelmente cruéis e dolorosos, milhões de crianças aptas a sobreviver fora do ventre de suas mães a partir do quinto mês de gestação.
Uma nova fraude em massa está em vias de se consumar, agora no Brasil, pelo uso do mesmo engodo. O movimento gay planeja tornar o homossexualismo, por lei, a única conduta humana superior a críticas. É a pretensão mais arrogante e ditatorial que algum grupo social já acalentou desde o tempo em que os imperadores romanos se autonomearam deuses. Aprovada a PL 5003/2001, os brasileiros poderão falar mal de tudo – dos políticos, dos vizinhos, do capitalismo, da religião, de Deus, do diabo. Mas, se disserem uma palavra contra aquilo de que os homossexuais gostam, irão para a cadeia.
Esse é o sentido da lei, essa é a substância da proposta. Mas é proibido discuti-la. É obrigatório ater-se à escolha estereotipada entre “homofobia” e “anti-homofobia”. Homofobia, a rigor, é um sintoma psiquiátrico raríssimo. Quantas pessoas você conhece que têm horror aos homossexuais ao ponto de querer surrá-los ou matá-los pelo simples fato de serem homossexuais? Fazer da “homofobia” o centro do debate é obrigar todo mundo a chamar por esse nome pelo menos três coisas que não têm nada a ver com homofobia: a repulsa espontânea que a idéia de relações com pessoas do mesmo sexo inspira a muitos heterossexuais, repulsa que não implica nenhuma hostilidade ao homossexual enquanto pessoa e aliás é análoga à que tantos homossexuais têm pelo intercurso hetero, sem que ninguém os chame de “heterofóbicos” por isso; as objeções religiosas ao homossexualismo, que vêm junto com a proibição expressa de odiar os homossexuais; e a oposição política às ambições do grupo gay , tal como exemplificada neste mesmo artigo. Reunir tudo isso sob o nome de “homofobia” já é criminalizar a priori qualquer resistência ao desejo de poder da militância homossexualista, já é impor a lei antes de aprovada, manietando o debate por meio da intimidação e da chantagem. É embuste consciente e premeditado. A mídia nacional quase inteira é culpada disso.

REVOLTA DO FILÓSOFO OLAVO DE CARVALHO CONTRA A DITADURA GAY NO BRASIL, DEFENDIDA POR DILMA. (PARTE 2)



Nota do Editor do Blog: Perdoem os Excessos na linguagem
do nosso amigo Olavo. Oro a Deus afim de um dia ele se
torne um grande Pregador do Evangelho. É UM PEDRO, o qual
tanto precisamos nestes últimos dias.

Ódio à realidade

Olavo de Carvalho

Jornal do Brasil, 17 de maio de 2007


O sexo anal pode dar câncer no reto; o oral, câncer na garganta. Excluída a masturbação, que não exige parceiros, eis aí esgotado, com riscos incomparavelmente mais altos que os do abominado tabaco, o rol dos contatos sexuais possíveis numa relação gay. Que haverá nisso de tão excelso para que toda crítica a essas atividades seja proibida por lei?


Decerto estou mais disposto a defender o direito de os senhores parlamentares se entregarem a esses perigosos afazeres do que eles a me deixar acender um único cigarro nas áreas cada vez mais vastas onde o proíbem.
O que não posso entender é que atos prejudiciais à saúde devam ser considerados mais dignos de proteção oficial do que a boa e velha relação conjugal da qual todos nascemos, ao ponto de a simples afirmação da superioridade desta última ser condenada como uma abominação e um crime.

Afinal, não é possível fazer sexo oral ou anal sem ter nascido, nem muito menos nascer mediante uma dessas práticas, ao passo que o nascimento as antecede de muitos anos e independe delas por completo. Entre as diversas atividades sexuais, aquela da qual deriva a continuidade da espécie humana tem manifesta prioridade sobre as que se destinam somente a fins lúdicos ou deleitosos, por mais interessantes que estas pareçam a seus aficionados.

Não posso crer que meu pai teria agido melhor se em vez de depositar seu esperma no ventre da minha mãe ele o injetasse no conduto retal do vizinho, de onde o referido líquido iria para a privada na primeira oportunidade. Nem há como imaginar que essas duas hipóteses sejam tão nobres e respeitáveis uma quanto a outra. Por mais que à luz da doutrina gay isto soe até presunçoso, não posso admitir que eu e um cocô sejamos resultados igualmente desejáveis e valiosos de uma relação sexual. Nem suponho que os próprios senhores parlamentares mereçam esse radical nivelamento, ainda que muitos se esforcem para alcançá-lo.


Tudo isso é bastante evidente, e o deputado Clodovil Hernandes é a prova de que não é preciso ser heterossexual para admiti-lo. Se a afirmação do óbvio está em vias de se tornar crime, é porque o ódio do movimento gay não se volta contra injustiças e perseguições reais (infinitamente menores, em todo caso, do que aquelas sofridas pelos cristãos e judeus), mas contra a razão, a lógica, o bom-senso e a civilização. Culturalmente, a ideologia gay nasce de correntes de pensamento que professam destruir a "tirania do logos" e instaurar, em lugar da ordem racional, a pura vontade de poder de um ativismo prepotente e chantagista.

Cada vez que um de seus porta-vozes, como uma nova Rainha de Copas, ordena que todos se prosternem diante de exigências absurdas, ele sabe que não está combatendo "a homofobia", mas a estrutura da realidade ou, em termos religiosos, o Verbo divino. Só a opção total pela irracionalidade explica que, sob a alegação de proteger uma comunidade contra a mera opinião alheia, se busque submeter a novas perseguições judiciais outras comunidades que não estão expostas ao simples risco de ouvir palavras desagradáveis, mas de morrer em campos de extermínio.

REVOLTA DO FILÓSOFO OLAVO DE CARVALHO CONTRA A DITADURA GAY NO BRASIL, DEFENDIDA POR DILMA. (PARTE 3)


Porcaria de lei
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 24 de maio de 2007
Ilustres senhores parlamentares: Vossas Excelências podem votar, se quiserem, essa porcaria de lei que proíbe criticar o homossexualismo. Podem votá-la até por unanimidade. Podem votá-la sob os aplausos da Presidência da República, da ONU, do Foro de São Paulo, de George Soros, das fundações internacionais bilionárias, do Jô Soares, do beautiful people inteiro.
Não vou cumpri-la.
Não vou cumpri-la nem hoje, nem amanhã, nem nunca.
Por princípio, não cumpro leis que me proíbam de criticar ou elogiar o que quer que seja. Nem as que me ordenem fazê-lo.
Não creio que haja, entre os céus e a terra, nada que mereça imunidade a priori contra a possibilidade de críticas. Nem reis, nem papas, nem santos, nem sábios, nem profetas reivindicaram jamais um privilégio tão alto. Nem os faraós, nem Júlio César, nem Átila, o huno, nem Gengis Khan ambicionaram tão excelsa prerrogativa. O próprio Deus, quando Jó lhe atirou as recriminações mais medonhas, não tapou a boca do profeta. Ouviu tudo pacientemente e depois respondeu. As únicas criaturas que tentaram vetar de antemão toda crítica possível foram Adolf Hitler, Josef Stálin, Mao-Tse-Tung e Pol-Pot. Só o que conseguiram com isso foi descer abaixo da animalidade, igualar-se a vampiros e demônios, tornar-se alvos da repulsa universal.
Nada é incriticável. Quanto mais o simples gostinho que algumas pessoas têm de fazer certas coisas na cama. Nunca na minha vida parei para pensar se havia algo de errado no homossexualismo. Agora estou começando a desconfiar que há. Nenhuma coisa certa, nenhuma coisa boa, nenhuma coisa limpa necessita se esconder por trás de uma lei hedionda que criminaliza opiniões. Quem está de boa intenção recebe críticas sem medo, porque sabe que é capaz de respondê-las no campo da razão, talvez até de humilhar o adversário com a prova da sua ignorância e má-fé. Só quem sabe que está errado precisa se proteger dos críticos com uma armadura jurídica que aliás o desmascara mais do que nenhum deles jamais poderia fazê-lo. Só quem não tem o que responder pode pedir socorro ao aparato repressivo do Estado para fugir da discussão. E quanto mais se esconde, mais põe sua fraqueza à mostra.
Sim, senhores. Nunca, ao longo dos séculos, alguém rebaixou, humilhou, desmascarou e escarneceu da comunidade gay como Vossas Excelências estão em vias de fazer. As pessoas podem ter acusado os homossexuais de fingidos, de ridículos, de tarados, de pecadores. Ninguém jamais os qualificou de tiranos, de nazistas, de inimigos da liberdade, de opressores da espécie humana. Vossas Excelências vão dar a eles, numa só canetada, todas essas lindas qualidades.
Depois não reclamem quando aqueles a quem essa lei estúpida jura proteger se tornarem objeto de temor e ódio gerais, como acontece a todos os que tomam de seus desafetos o direito à palavra.
Quem, aprovada a PLC 122/ 06, se sentirá à vontade para conversar com pessoas que podem mandá-lo para a cadeia à primeira palavrinha desagradável? Os homossexuais nunca foram discriminados como dizem que o são. Graças a Vossas Excelências, serão evitados como a peste.

ANARQUIA E PEDOFILÍA, O SONHO DO MOVIMENTO HOMOSSEXUAL. REVELAÇÕES DO HERÓICO JÚLIO SEVERO.



Para os que não conhecem, Júlio Severo é um renomado Escritor Evangélico brasileiro, que vive hoje no exílio com sua família nos EUA, sem poder revelar sua verdadeira localização, por motivos de Segurança, além de ser ferrenhamente perseguido pelo Grupo de Ativistas Gays no Brasil. A razão maior é que ele com sua pena de destro escritor, tem nos revelado com minúncias os detalhes da Agenda Gay no que concerne aos planos para destruir a família Cristã.

Em tempo, quero informá-los que Bohemiam Grove, lembra? O local onde só entram homens em uma região secreta de São Francisco, nos EUA, onde se oferecem sacrifícios humanos ao deus Coruja (Veja vídeo sacrifícios de crianças a moloc...), é tudo orquestrado por Ativistas Homossexuais os quais conhecemos como ILLUMINATIS ou Illuminados. O que mais machuca é ver Pastores que Amamos lutando contra estes alertas por trabalharem para eles, conscientes ou inconscientemente. Este grupo influencia os atuais líderes do mundo incluindo Lula (veja foto de Lula levantando a Bandeira dos Ativistas), para avançar sua agenda de controle Mundial mas, antes reduzirão a população dos atuais 7 bilhões para apenas 500 milhões de habitantes, sendo estes últimos controlados mentalmente pelo Haarp (Veja Vídeo: History Channel, Guerra Climática (Haarp) 5 partes).

Apocalipse 13:12: “...e exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra (faz com o que? Com a manipulação do Haarp) e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.” Tudo parece muita loucura hein? Teoria de Conspiração? Etc. Lembre-se porém, que a Mídia Atual, jamais irá falar estas coisas pois ela está controlada por eles. É muito mais fácil ela vir atrás de nós para tentar cercear nossos direitos humanos e constitucionais inalienáveis, tentando nos prejudicar.

A Única profecia Bíblica a respeito da Orientação Sexual do Anticristo está em Daniel 11:37: “...não terá respeito ao amor das mulheres...” Evidentemente, revela um comportamento Gay e tudo caminha para isso. Não é surpresa que ele o seja visto como a maioria dos grandes ditadores ao longo da História foram como Calígula, Nero e mais recentemente, Hitler. Contudo, surpresas estão acontecendo que os está deixando estarrecidos, como a vitória do “Homofóbico” Marcelo Dourado no Big Brother Brasil, última edição. Ali, o Brasil resolveu mostrar suas raízes cristãs ao eleger Marcelo


Dourado, em detrimento do Travesti Dicesar e o Homossexual assumido Serginho. Assim, sintamos que o Senhor está do nosso lado e não podemos nos calar. A ordem para o Apostolo São Paulo foi esta: “Fale e não te cales”. Ainda que sintamos o desprezo e desdém que esse povo tem para o Cristianismo, em especial. Só assim, entendemos o dilema deste nosso amado irmão Júlio, o qual teve que distanciar-se do amado solo pátrio por não ter seu direito à livre expressão respeitado mas, ser bombardeado impiedosamente com processos movidos pelos ativistas Gays. Convoco aos Amados irmãos que destes fatos tomam conhecimento agora, que além de visitarem e divulgarem conosco o Blog do irmão Júlio, levantem um clamor a Deus por ele e família, afim de que o Senhor guarde e sustente onde quer que ele esteja e faça cumprir sua promessa: “As portas do inferno, não prevalecerão contra a minha igreja”. Mt. 16:18b. Agora leia a matéria ungida e inspirada do Júlio.






Padres pedofilia e homossexualismo: a verdade que ainda não saiu do armário
Julio Severo Resumo: Embora a pederastia tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é pederastia dentro das igrejas, pederastia dentro das famílias, mas jamais pederastia dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável.
Sem dúvida alguma, uma das questões mais importantes do catolicismo é sua proibição ao casamento dos padres.

Mesmo assim, nenhum homem é obrigado a se manter padre se sente fortes desejos sexuais. Ele pode simplesmente largar a batina e se casar com uma mulher. Mas se seus desejos não são normais — isto é, se ele se sente atraído não por uma mulher, mas por outros homens ou meninos —, o casamento com uma mulher é inútil para resolver seus problemas.
Portanto, o celibato não está levando automaticamente os padres à pedofilia, como imaginam alguns, pois um padre que quer casar tem a liberdade de largar a batina e escolher uma esposa. Nenhum padre é obrigado a estuprar meninos se sente desejos sexuais. Esse problema tem outra causa.

A pedofilia e suas causas

A questão do abuso sexual de meninos também é mencionada no Novo Testamento, embora tal menção ocorra somente no original grego: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios6:9-10 RC, o destaque é meu.)

Essa passagem menciona dois tipos de homossexuais: os efeminados e os sodomitas. De acordo com o léxico grego do programa Online Bible (versão 2), a palavra efeminados vem da palavra grega malakos, que significadelicado, suave, o homem que submete seu corpo à imoralidade contra a natureza; prostituta masculina. De acordo com o léxico analítico do programa Bible Windows (versão 6.01), a palavra sodomitas vem da palavra grega arsenokoites, que significa um adulto do sexo masculino que pratica relações sexuais com outro adulto ou menino do sexo masculino. Assim, o termo sodomita aí pode ser traduzido homossexual ativo e pederasta. A palavra arsenokoites também se encontra em 1 Timóteo 1:10.

Outra versão da Bíblia declara: “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1Coríntios 6:9-10 NVI, o destaque é meu.)
Efeminados, ou homossexuais passivos, são os homens com trejeitos, delicados e suaves, que agem e fazem papel de mulher. Sodomitas, ou homossexuais ativos, são os homens que fazem papel de “macho”, usando outro homem (ou menino) como se fosse mulher. Embora as duas condutas homossexuais sejam biblicamente condenadas, o abuso sexual de meninos está diretamente ligado não aos efeminados, mas exclusivamente aos sodomitas.



O que a realidade também mostra? Um pediatra que estupra meninos comete esse tipo de crime só porque é pediatra? Claro que não. Ele faz isso porque tem problemas homossexuais. No caso do padre pederasta, não é diferente: ele tem preferência sexual por meninos justamente porque tem os mesmos problemas. É exatamente essa informação importante que os meios de comunicação estão deixando de divulgar para o público. Isso é não é um tipo de censura astuta?

É de chamar a atenção como a mídia mostra todos os detalhes de escândalos de abuso sexual contra meninos sem nunca mencionar a palavra homossexual. O noticiário da TV também mostra pediatras e outros profissionais envolvidos em crimes sexuais contra meninos, sempre omitindo o termo gay ou homossexual, porém jamais omitindo a palavra pedofilia.
Pedofilia é o termo geral que designa o abuso sexual contra meninos e meninas. Pederasta é um termo mais restrito que se aplica somente aos homens que abusam de meninos. De acordo com o atual Dicionário Merriam-Webster, pederasta vem da palavra grega paiderastes, que significa literalmente amante de meninos. Na sua primeira versão, do século XIX, o Dicionário Webster definia assim pederastia: sodomia, crime contra a natureza. O próprio Dicionário Aurélio destaca que, por extensão, pederastia significa homossexualismo masculino. Assim, todo pederasta é pedófilo e homossexual ativo (ou sodomita), mas nem todo pedófilo é pederasta.

Para que não se entenda incorretamente que todos os praticantes do homossexualismo são pederastas, alertamos que todas as referências deste artigo à palavra homossexual se aplicam exclusivamente aos sodomitas, ou homossexuais ativos, pois é só nesses casos que a pederastia tem, conforme a Bíblia, ligação fundamental.
A mídia liberal aplaude indisfarçadamente os homens que assumem publicamente sua homossexualidade, como se os estivesse ajudando a se libertar de um estado de opressão — e esse ato de assumir se chama sair do armário. Na verdade, muitos praticantes do homossexualismo só se assumem publicamente pela metade, deixando escondidas no fundo do armário suas preferências sexuais que o público ainda não está preparado para aceitar. Por quanto tempo a pederastia deles ficará no armário?

Contudo, o tratamento dispensado aos padres que “gostam” de meninos é totalmente diferente e inverso. A pederastia deles é arrancada do armário, mas o homossexualismo não. Numa genuína atitude de preconceito e intolerância contra a verdade, os liberais fazem tudo o que podem para que o homossexualismo dos padres pederastas nunca saia do escuro armário dos segredos homossexuais.

No caso dos padres que conseguem esconder sua homossexualidade, um casamento com uma mulher adiantaria? Um casamento seria a solução para padres com tendências pederastas? Sabemos que os praticantes do homossexualismo são capazes de se casar, ter filhos e manter uma vida dupla — às vezes até de pederastas. O casamento, nesse caso, só funciona para acobertar crimes.



Já que o casamento em si não resolve o problema de padres (ou turistas, psicólogos, jornalistas, pediatras, professores, etc.) que gostam sexualmente de meninos, o que então resolve? Na questão católica, lidar diretamente com a raiz do problema: a presença homossexual no clero católico. Entretanto, a intenção da mídia não é ajudar o clero católico a lidar com esse problema, mas usar o problema — não contra o homossexualismo — mas contra o próprio clero e seus valores conservadores.

Pedofilia como arma de guerra contra os cristãos
Nas notícias sobre padres pegos em abuso sexual de meninos, há uma insistência de se destacar o abuso, sem jamais citar nada que poderia minimamente levar o público a se lembrar de homossexualidade. Contudo, quando o homossexualismo e os que o praticam aparecem no noticiário, há todo cuidado para que de forma alguma a palavra pedofilia seja mencionada, a fim que o público nunca consiga associar um com o outro.

Para a imprensa liberal, o importante é que as pessoas sejam condicionadas a associar o abuso sexual de meninos principalmente à Igreja Católica e, por extensão, aos valores cristãos, que ficarão injustamente na posição desagradável de serem vistos, direta ou indiretamente, como as causas do abuso sexual de crianças. Nessa exibição desonesta e desequilibrada dos fatos, o homossexualismo e seus praticantes — que são as verdadeiras causas do abuso sexual contra os meninos — escapam impunes, enquanto o Cristianismo e seus valores servem de bode expiatório para tudo o que o próprio homossexualismo vem fazendo contras os meninos.

Entretanto, a imprensa jamais faria a esquerda de bode expiatório desse mesmo problema, a fim de atacar os valores esquerdistas e liberais. Aliás, esse problema é tratado como se não existisse entre indivíduos liberais e esquerdistas que não vivem de acordo com princípios morais e cristãos. Mas não é difícil imaginar a realidade. Se com alguns padres homossexuais, a Igreja Católica enfrenta casos de violência sexual contra meninos, o que dizer então dos meios liberais, onde há números bem maiores de homossexuais? Por que não investigar o sexo com meninos onde há mais homossexualismo? Se num ambiente em que o homossexualismo é proibido há casos de pederastia que são expostos, por que acobertar os ambientes onde o homossexualismo é livre? Nos meios liberais esquerdistas, a verdade ainda não saiu do armário.

Se a relação sexual entre homens e meninos é tão condenável, por que a imprensa não revela o fato óbvio da ligação natural entre esse crime e o comportamento sexual mais protegido e afagado nos meios politicamente corretos? Não é a primeira vez que um problema ligado ao homossexualismo é acobertado pelos formadores de opinião pública. A crise da AIDS, por exemplo, é uma questão séria, porém a imprensa liberal colaborou docilmente com os ativistas gays que, anos atrás, iniciaram o trabalho sujo de realizar uma sistemática cirurgia cultural, política, legal e “científica”, desunindo artificialmente a AIDS de seu principal fator de propagação: os imorais e prejudiciais atos sexuais dos praticantes do homossexualismo.

Se o abuso sexual contra meninos merece medidas enérgicas de condenação e repressão, então por que a imprensa liberal insiste em se doer pelos ativistas gays que se queixam de que a Igreja Católica não abre espaço para aceitar e sancionar o homossexualismo? Por que os liberais não ajudam o clero católico em sua posição oficial de não ceder aos ativistas gays que querem a todo custo a aprovação oficial da ordenação de padres homossexuais? Sem tal ordenação oficial, o clero católico já enfrenta problemas pesados por causa do homossexualismo. Não dá então nem para começar a imaginar o que aconteceria se o clero se submetesse às pressões liberais pró-homossexualismo.

As notícias de pedofilia na Igreja Católica são um alerta contra os perigos do homossexualismo
As denúncias de abuso sexual dentro do clero católico são um poderoso alerta para a sociedade, imprensa e igrejas evangélicas do que o homossexualismo pode fazer com homens em posição de liderança. Se a presença homossexual representa grande ameaça para os meninos até em meios conservadores, o que dizer então dos meios menos conservadores, onde o homossexualismo continua insistentemente acobertado? O que dizer, por exemplo, dos ambientes em que pastores evangélicos e profissionais de psicologia apóiam os valores do movimento homossexual? Por isso, é preciso urgentemente abrir os olhos para o lado sombrio e bárbaro do comportamento homossexual. Afinal, se não há vontade social, individual, política e legal de enfrentar esse problema de frente, então por que desperdiçar o tempo atacando o crime de sexo com meninos mantendo suas causas escondidas no fundo do armário?

Se a pederastia é um crime tão grave, por que a imprensa não toma a iniciativa de lançar uma campanha em massa contra o homossexualismo?
Se o abuso sexual de meninos é de fato uma preocupação importante para o governo e para a mídia liberal, então por que quando se trata dessa questão o alvo invariavelmente é o clero católico, não os ativistas gays? Por que não fazer de alvo a indústria turística do Brasil, que recebe muita ajuda da indústria da prostituição, inclusive infantil? Não é possível contabilizar os números, mas é certo que o turismo é um negócio monumental e milionário no Brasil, envolvendo governo, empresas hoteleiras, etc. As denúncias de pederastia contra a Igreja Católica a fazem parecer a própria fonte desse mal, enquanto escapam ilesos os ricos turistas homossexuais estrangeiros e os indivíduos envolvidos em grandes esquemas de acobertamento da sistemática pedofilia turística.

Por que a imprensa liberal não menciona que os casos de pederastia na Igreja Católica estão ligados ao homossexualismo? Por que não menciona que a pederastia é um problema grave em todos os segmentos sociais — sejam religiosos, profissionais, esportistas, etc. — em que há presença forte de homens homossexuais? Por que, em suas notícias e comentários sobre padres estupradores de meninos, os jornalistas liberais não comentam sobre a necessidade de se eliminar a ameaça homossexual dentro da Igreja Católica?

Portanto, só um indivíduo moralmente cego não consegue enxergar manobras e discrepâncias na desesperada tentativa de proteger o homossexualismo dos estupradores de meninos. Tais manobras ficarão eternamente restritas às notícias envolvendo católicos? Nós evangélicos teremos isenção especial da imprensa? Até quando estaremos protegidos dos ataques preconceituosos e traiçoeiros da mídia liberal? Até quando?

O que os próprios ativistas gays dizem que nem todo praticante do homossexualismo é pederasta, mas a pederastia tem uma ligação fundamental com o homossexualismo. Aliás, a maior organização de pederastas do mundo é a NAMBLA (North American Man-Boy Association, cuja tradução é Associação Norte Americana de Amor Entre Homens e Meninos). A NAMBLA é totalmente composta por membros homossexuais. Os próprios ativistas gays às vezes não conseguem esconder sua simpatia para com a pederastia — que eles preferem chamar simplesmente de amor entre homens e meninos. A seguir, o que eles mesmos estão dizendo sobre a questão:

“O amor entre homens e meninos é o alicerce do homossexualismo… Não devemos deixar que a imprensa e o governo nos seduzam e nos façam acreditar em informações erradas. O estupro de crianças realmente existe, mas há também as relações sexuais boas. E precisamos apoiar os homens e os meninos nesses relacionamentos”.[1]
“Pode ser que a pedofilia seja não um desvio sexual, mas uma orientação sexual. Isso nos leva a perguntar se os pedófilos podem ter direitos”.[2]


“Naqueles casos onde crianças têm relações sexuais com um irmão mais velho que é homossexual… minha opinião é que muitas vezes é a própria criança que deseja essa relação, e talvez a peça, por curiosidade natural… ou porque ela é homossexual e instintivamente sabe disso… Diferente de casos de meninas e mulheres estupradas à força e traumatizadas, a maioria dos gays tem boas memórias de seus primeiros encontros sexuais quando eram crianças”.[3]

“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas que estão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los”.[4]
“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos são muito melhores para as crianças do que os pais…”[5]

“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”[6]



“Se eu fosse examinar o caso de um menino de 10 ou 11 anos que sente intensa atração por um homem de 20 ou 30 anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”[7]

“Nos casos de consentimento mútuo e atração sexual mútua, a própria atividade sexual [entre homens e meninos] parece não produzir nenhum efeito danoso. Espera-se que isso possa tranqüilizar os pais e ajudá-los a evitar preocupações e desilusões desnecessárias”.[8]

“Até o momento as crianças estão aprendendo mentiras destrutivas sobre o sexo. Elas são ensinadas que antes de alcançarem a maioridade… qualquer expressão sexual delas equivale a um ato criminoso. Podemos nos orgulhar de que o movimento gay abriga em seu meio indivíduos que têm tido a coragem de declarar publicamente que as crianças têm uma natureza sexual e que elas merecem o direito de se expressar sexualmente com quem quiserem… Contudo, nem sempre podemos nos orgulhar do modo como a sociedade trata nossos profetas… Precisamos dar atenção aos nossos profetas. Em vez de ficarmos com medo de nos considerarem pedófilos, devemos ter orgulho de proclamar que o sexo é bom, inclusive a sexualidade das crianças… Embora vivamos cercados de moralistas religiosos que pregam destrutivas regras contra o sexo, é nosso dever não ter vergonha de quebrar essas regras e demonstrar que somos leais a um conceito mais elevado de amor. Temos de fazer isso por amor às crianças”.[9]

Além do testemunho dos próprios ativistas gays, há informações importantes de outras fontes. No documentoHomosexuality and Child Sexual Abuse (Homossexualidade e Abuso Sexual Infantil), o autor Dr. Timothy J. Dailey revela:
• Um terço de todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos contra meninos.
• Os homossexuais compõem somente 1 a 3 por cento de toda a população. Esses 1 a 3 por cento da população são responsáveis por um terço de todos os crimes contra as crianças.
• No Gay Report (Relatório Gay), elaborado pelos pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young, os autores informam dados que mostram que 73 por cento dos homossexuais entrevistados na pesquisa haviam em algum momento de suas vidas tido sexo com rapazes de dezesseis a dezenove anos ou mais novos. [10]

NAMBLA brochure Pictures, Images and Photos

Condenando as verdadeiras causas do abuso sexual contra meninos
A condenação à pederastia é certa e deveria ser contínua e firme, porém a condenação à pederastiapraticamente restringe-se à família e à Igreja Católica, como se essas duas instituições fossem as causas do comportamento de homens que têm relações sexuais com meninos. A condenação à pederastia no meio da Igreja Católica tem sido um instrumento para questionar também as posições morais cristãs conservadoras. O discurso contra a pederastia tem sido habilmente usado para sufocar e envergonhar a Igreja Católica em sua posição em questões como aborto e homossexualismo, a fim de denegrir sua postura moral.

Contudo, quem já pensou em utilizar a pederastia para “denegrir” o homossexualismo? Embora haja uma ligação natural entre essas duas condutas, seríamos tratados impiedosamente se tentássemos mostrar apederastia entre os homossexuais do jeito que a imprensa mostra a pederastia entre alguns padres.
Se a imprensa quer ajudar, a verdade deve ser dita — a verdade precisa sair do armário. Os padres, turistas, jornalistas, médicos, pediatras, pastores, psicólogos, professores, artistas e outros profissionais envolvidossexualmente com meninos devem ser punidos por seus crimes homossexuais e o homossexualismo precisa ser colocado na merecida categoria de fator de risco para abuso sexual de meninos. A própria Igreja Católica precisa fazer muito mais para punir os homossexuais pederastas em seu clero — até mesmo entregando-os às autoridades civis. O governo precisa garantir penas maiores e mais duras contra esse tipo de crime — até mesmo pena capital. A imprensa, as escolas e o governo precisam apoiar e encorajar a oposição ao homossexualismo.

O que deveria ser feito é atacar o homossexualismo entre padres, pois casos de pederastia na Igreja Católica ou qualquer outro lugar têm causa comum. Mas a apresentação de casos de violência sexual contra meninos na mídia tem desvinculado de tal forma a pederastia dos homossexuais e do homossexualismo — vinculando-a em vez disso aos valores morais conservadores — que tal propaganda poderá efetuar uma lavagem cerebral no público, levando-o a questionar: “Como é que os padres condenam algo bom (o homossexualismo), mas praticam algo tão pervertido (sexo com meninos)?”

Pedofilia politicamente correta

A Igreja Católica possui valores morais detestáveis para a elite liberal de hoje. Apenas dois desses valores são a oposição bíblica ao homossexualismo e ao aborto. Assim, toda vez que surge flagrante de padre pederasta, a imprensa esquerdista aproveita para atacar “indiretamente” esses valores, destacando nitidamente a pedofilia dos padres — uma pedofilia deliberadamente castrada, uma pedofilia politicamente correta, onde sexo entre homem e menino é completamente divorciado de suas óbvias raízes homossexuais.

Contudo, com católicos progressistas como “Frei” Betto e Leonardo Boff, a imprensa esquerdista é muito mais generosa, não permitindo que nenhum tipo de problema moral seja manipulado desfavoravelmente contra eles. A pederastia então, quando abordada na questão católica, é uma poderosa arma política devidamente utilizada para ajudar a silenciar a voz dos católicos conservadores. Os progressistas são convenientemente protegidos.

No entanto, é de estranhar que a mídia respeite mais o homossexualismo do que respeita os católicos, pois em todos os casos mundiais envolvendo sexo entre homens e meninos o problema maior não é a Igreja Católica nem sua postura tradicional contra o homossexualismo. Mesmo em países e lugares onde não há católicos, há casos de sexo entre homens e meninos. Se a pederastia estivesse ligada exclusivamente ao celibato dos padres, não veríamos casos de médicos, advogados, professores, psicólogos e até pastores casados estuprando meninos. Em todas essas situações, o único e exclusivo culpado não é a Igreja Católica, mas o homossexualismo.



Se a elite liberal não fosse cega a essa óbvia realidade, não haveria apoio a Paradas do Orgulho Gay, não haveria simpatia às reivindicações dos ativistas gays e não haveria, entre alguns evangélicos, abertura para a ordenação ou tolerância dos praticantes do homossexualismo em posição de liderança nas igrejas.

Mas a questão envolve muito mais do que só cegueira moral. Como é que a imprensa liberal, onde há reconhecidamente grande número de integrantes homossexuais, terá desejo de falar a verdade acerca do homossexualismo? Embora sejam completamente falsos e enganadores os dados estatísticos alegando que10% da população brasileira são homossexuais, não se pode dizer a mesma verdade sobre os meios de comunicação, onde 10% deve ser pouco. Na questão homossexual, há segredos dos liberais que ainda não saíram de seus lábios — nem do armário.

A pederastia, na mente da mídia esquerdista, nada tem a ver com homossexualismo ou católicos progressistas.Pederastia tem tudo a ver com o conservadorismo católico que crê que o homossexualismo e outros conceitos politicamente corretos são errados. A solução implícita então é eliminar o problema…

Propaganda mentirosa: negando o inegável

Muitos anarquistas sociais, inclusive os ativistas gays e as feministas, odeiam a estrutura tradicional da família e das igrejas cristãs. E eles sabem que a acusação de pedofilia é pesada o suficiente para atrair o apoio do público para proteger as crianças e atacar as causas. Embora a pederastia tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é pederastia dentro das igrejas, pederastia dentro das famílias, mas jamais pederastia dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável. É como sepederastia tivesse tudo a ver com igrejas e famílias, mas nada a ver com homossexualismo. De onde está vindo essa imagem deturpada da realidade? Dos meios de comunicação — os mesmos meios de comunicação que dão cobertura positiva e favoritismo para as marchas gays e outros eventos que favorecem o homossexualismo.

Tal esforço para desviar a atenção do público das ligações do homossexualismo não se chama jornalismo objetivo e imparcial, muito menos preocupação para combater o preconceito e promover a tolerância, pois na hora de atacar a pederastia, a família e as igrejas jamais são poupadas. Esse esforço se chama propaganda. E a propaganda tem o poder de transformar a mentira em verdade e a verdade em mentira, pelo menos por algum tempo. Joseph Goebbels, chefe de propaganda do governo nazista, afirmou: “A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo que nunca mais escapem dela”.[10] E o próprio Hitler disse: “Diga mentiras grandes; diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo”.[11]

Temo que se por preconceito religioso nós evangélicos nos alegrarmos com os ataques da imprensa contra a Igreja Católica nessa questão, poderemos criar condições para que a imprensa possa efetuar muitos outros ataques contra outros cristãos.
Devemos ficar sempre desconfiados e alertas quanto à mídia liberal. Precisamos ser cuidadosos e não fazer pouco caso do que está acontecendo com os católicos. Se os liberais conseguem, numa astúcia de serpente traiçoeira, jogar a culpa dos crimes do homossexualismo sobre a Igreja Católica a fim de desmoralizar os valores cristãos e desviar a atenção da ligação óbvia entre pederastia e homossexualismo, devemos nos preocupar que cedo ou tarde eles possam usar estratégias igualmente diabólicas contra as igrejas evangélicas.

Contudo, quando a pederastia não mais puder ser desunida de sua óbvia ligação ao homossexualismo e se a repressão aos crimes de pederastia ameaçar colocar em risco a sobrevivência política e legal do homossexualismo e sua confortável posição social hoje, os ativistas gays tentarão trabalhar a suavização das questões de sexo com meninos.
Os homossexuais só estão saindo do armário hoje porque o terreno foi, durante muitos anos, devidamente preparado para que os homens pudessem assumir sua homossexualidade sem sofrerem condenação pública. É de temer que quando a pederastia finalmente sair do armário de sua ligação com o homossexualismo, o terreno também já estará devidamente preparado para que não mais haja condenação para os homossexuais que “amam” meninos.

Ninguém esperava que chegaria um tempo em que o homossexualismo seria aceito na sociedade, mas chegou. Se o tempo da pederastia também chegar, então os padres (ou professores, psicólogos, turistas, pediatras, etc.) pederastas serão publicamente elogiados e recompensados — com direito a indenizações, cotas, proteção especial e liberdade de beijar meninos em restaurantes e parques — pelos anos em que sofreram discriminação, humilhações, ódio e intolerância por causa de seu “amor” para com meninos.


Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.
www.juliosevero.com
www.juliosevero.com.br
Notas:
[1] Unnamed author in "Point of View: No Place for Homo-Homophobia." San Francisco [homosexual newspaper], March 26, 1992.
[2] Behavior Today, December 5, 1988, page 5.
[3] Larry Kramer, writer and founder of the AIDS Coalition to Unleash Power (ACT-UP), in Reports from the Holocaust, New York: St. Martin's Press, 1991. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998.
[4] Pat Califia, lesbian author and activist, The Advocate [‘mainstream’ homosexual magazine], October, 1980. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[5] Convicted pedophile and NAMBLA [North American Man-Boy Love Association] member David Thorstad, quoted in Joseph Sobran. “The Moderate Radical.”Human Life Review, Summer 1983, pages 59 and 60.
[6] John Preston, quoted in The Big Gay Book: A Man's Survival Guide for the '90s (New York: Plume, 1991). This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[7] John Money, Ph.D., retired professor of medical psychology and pediatrics at Johns Hopkins University and Hospital. Quoted in “Interview: John Money.”Paidika: The Journal of Paedophilia, The Netherlands, 2(7), [Spring 1991] pages 5 to 9. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[8] Dr. Preben Hertoft, Copenhagen ‘sexologist.’ “Introduction: Paedophiles Don't Hurt Children.” Crime Without Victims (Amsterdam: Global Academic Publishers,1993). This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[9] Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), p. 4.
[10] http://www.frc.org/get.cfm?i=IS02E3
[11] http://www.beth-shalom.com.br/artigos/solucaofinal.shtml
[12] http://www.beth-shalom.com.br/artigos/solucaofinal.shtml

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

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União ignora R$ 26,5 bi enviados a ONGs - Repasses do governo feitos às organizações não constam do cadastro do Ministério do Planejamento e dificultam pente-fino em convênios

Fausto Macedo, enviado especial de O Estado de S.Paulo

BENTO GONÇALVES (RS) - Informações sobre a destinação de R$ 26,5 bilhões do Tesouro, transferidos para organizações não governamentais (ONGs) e entidades entre setembro de 2008 e junho de 2011, não constam do banco de dados do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv), do Ministério do Planejamento. A revelação foi feita durante debates da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), em Bento Gonçalves (RS).

A ONG Instituto Contato, de Florianópolis, é acusada de uma série de irregularidades - JF Diorio/AE-10/2/2011
JF Diorio/AE-10/2/2011
A ONG Instituto Contato, de Florianópolis, é acusada de uma série de irregularidades

O montante à margem do cadastro do Siconv representa 54% do total repassado por ministérios e outros entes do governo federal a título de transferências voluntárias. Do total, R$ 20 bilhões foram para convênios e R$ 6,5 bilhões para termos de parcerias e contratos de repasse. A exclusão dessas informações emperra a malha fina sobre convênios e licitações.

Essa situação foi comunicada à Enccla pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Planejamento. "Apesar da obrigatoriedade do seu emprego e dos esforços dos gestores do Siconv em exigir dos órgãos concedentes o seu uso, ainda não há plena adesão ao sistema, o que dificulta o trabalho dos órgãos de fiscalização e controle", alerta documento submetido às discussões fechadas da Enccla.

O Siconv foi concebido a partir de proposição do Tribunal de Contas da União, em novembro de 2006, para ampliar a transparência do gasto público federal realizado mediante a liberação de verbas a outros órgãos e entidades, entes federados e entidades do setor privado.

A meta primordial era superar as limitações verificadas no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), onde a execução financeira e orçamentária das transferências voluntárias alcança apenas as transações realizadas pelo concedente, "inexistindo informação quanto à execução do gasto no âmbito dos convenentes".

Todo o processo de execução de transferências voluntárias deveria ser registrado no sistema, em tempo muito próximo ao da realização dos atos. A Polícia Federal tem interesse direto nesses dados, tanto que faz parte do grupo que discute o aperfeiçoamento do Siconv.

Desde setembro de 2008 existe a obrigatoriedade de registro de todos os atos de celebração, liberação de recursos, acompanhamento da execução e prestação de contas de convênios, contratos de repasse e termos de parceria. Nesse sentido, a Comissão Gestora do Siconv expediu uma diretriz, em maio de 2010, alertando os gestores dos órgãos concedentes sobre a obrigatoriedade de utilização do sistema e do registro das informações referentes às licitações e aos contratos administrativos celebrados no prazo de 20 dias após a realização dos procedimentos.

Segundo a Enccla, para atender aos seus pressupostos - fortalecimento da gestão e aumento da transparência do gasto público -, o Siconv deve incorporar todas as transferências voluntárias de todos os órgãos da administração pública federal.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) impõe aos órgãos e entidades integrantes do orçamento fiscal: "Deverão disponibilizar ao Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (Siasg) e ao Siconv, no que couber, informações referentes aos contratos e aos convênios com instrumentos congêneres firmados com a identificação das respectivas categorias de programação e fontes de recursos quando se tratar de convênios".

Dificuldade. O estatístico Clesito Fechini, assessor da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Planejamento, diz acreditar que não existe resistência das outras pastas em transmitir os dados. "É dificuldade operacional. Dificuldade de compatibilizar os layouts, de os órgãos efetivamente integrarem o sistema. Inserir quase 30 mil convênios de uma hora para outra, não estamos falando de 400 convênios. É muito difícil."

Ele observa, porém, que a LDO determina aos órgãos que encontram dificuldades de manter seu próprio sistema que enviem os dados ao Planejamento. "O sistema funciona efetivamente há três anos. É para todo mundo ver, em linguagem cidadã, as informações sobre os convênios. Com isso ganhamos a melhoria de gestão, daí o interesse da Secretaria de Logística em cumprir as sugestões da Enccla."

Para a Polícia Federal a inclusão de todos os dados relativos às transferências voluntárias repercute na maior celeridade de suas investigações.

Josélio Azevedo de Sousa, delegado federal que cuida dos inquéritos sobre desvios de recursos públicos, destaca que a PF até pode obter os dados de que precisa para construir provas, mas teria de expedir ofícios, promover missões externas e até mesmo requerer a quebra de sigilo bancário de seus alvos, o que demandaria tempo. "Com a disponibilização das informações no Siconv e o acesso pela internet ganhamos economia operacional de meios e de tempo", diz.

"A recomendação legal já existe, o que a Enccla quer é a transparência da gestão dos recursos públicos", afirma Fechini.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

GAYSTAPO VERDE AMARELO

Disque-denúncia abre as portas para a repressão a tudo o que “ofende” os amantes do sexo anal e perversões semelhantes.

Está em plena atividade o telefone estatal especial criado para que praticantes do homossexualismo possam denunciar cidadãos do Brasil.

De acordo com o jornal Diário do Comércio, “O serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100) recebeu 856 denúncias de casos de homofobia no Brasil entre janeiro e setembro deste ano. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), as ligações totalizaram 2.432 violações aos direitos dos homossexuais, como violência e atendimento inadequado em delegacias, entre outros. O Estado de São Paulo lidera o ranking com 134 telefonemas sobre homofobia…”

O estado de São Paulo, onde foi aprovada uma lei anti-“homofobia” pelo PSDB em 2001, está na vanguarda de medidas políticas gayzistas. O PSDB está construindo no seu quintal paulistano todo um aparelho de repressão a favor da agenda gay. O Ministério Público Federal de São Paulo é o instrumento predileto dos ativistas gays. Embora com sede em Curitiba, no Paraná, a ABGLT, a maior entidade gay recebedora de verbas governamentais, só faz uso do MPF de São Paulo para reprimir os opositores, tendo inclusive já feito nesse MPF queixa contra o autor deste blog.

O Diário do Comércio não deu exemplo dos tipos de queixas que estão sendo feitas ao disque-denúncia, mas já expus o famoso caso de um jovem paulistano bêbado que foi multado em quase 15 mil reais apenas por ter chamado de “veado” um praticante do homossexualismo. De acordo com a lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo, a multa de 14.880 reais foi necessária porque a palavra “veado” provocou no homossexual declarado “constrangimento de ordem moral, em razão da sua orientação sexual, na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”.

Evidentemente, essa repressão não vale quando homossexuais provocam nas outras pessoas “constrangimento de ordem moral na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”, exibindo obscenidades publicamente na frente de famílias com suas crianças.

Na verdade, eles podem fazer isso e muito mais. Quando um homossexual pode se apresentar desrespeitosamente só de calcinha na frente dos deputados sem maiores consequências, é sinal de que, mesmo não tendo sido aprovada, a lei do privilégio já é realidade.

O disque-denúncia não foi criado para pessoas ofendidas pelos atos homossexuais. Foi criado apenas para que os homossexuais tenham as ferramentas certas para reprimir os que se sentem ofendidos com as obscenidades gays e com a infame agenda gay.

Essa paranoia tem a marca registrada do PT.

O disque denúncia foi lançado no ano passado por Maria do Rosário, a radical militante do PT que tem a pretensão ideológica de transformar em crime a autoridade dos pais de disciplinar os filhos fisicamente por desobediência. Os pais cristãos, que atendem diretamente ao mandamento bíblico de uso da vara em situações de rebeldia dos filhos, serão classificados como “criminosos”, se os planos de Rosário avançarem.

Como toda boa petista, Rosário não abre mão do aborto provocado como direito reprodutivo da mulher. Dê uma varada ou chinelada de correção em seu filho, e Rosário diz que sua atitude é crime. Mate seu filho antes de nascer, e Rosário dirá que esse assassinato é um sagrado direito reprodutivo de toda mulher.

O sonho dela é livrar as crianças do Brasil da “violência” da disciplina física dos pais e entregá-las às maravilhas do aprendizado estatal do sexo anal nas escolas.

Ela quer mudanças no ECA — em parceria com a ABGLT, que também quer “melhorias” no ECA —, para que as crianças sejam “protegidas” da autoridade corretiva dos pais. Os pais não podem se aproximar dos próprios filhos para discipliná-los, mas há total liberdade, com proteção governamental, para que crianças sejam levadas ao sexo anal através de porcas aulas de educação sexual.

Essa é a paranoia do PT: prisão para pais que exercem seu direito de usar a vara corretiva em seus filhos, e proteção e liberdade para mães que matam seus bebês antes de nascer ou para autoridades educacionais depravadas que treinam crianças para o sexo anal.

O que o Brasil precisa urgentemente é de um disque-denúncia de crimes homossexuais contra crianças. Milhares de meninos são vítimas de estupradores homossexuais no Brasil, mas o governo, em sua paranoia, dá proteção aos predadores, não às suas vítimas.

Qualquer autoridade governamental que esteja determinada a destruir a autoridade corretiva dos pais na vida dos filhos, dando em troca o “direito” e a “liberdade” de matar os filhos antes de nascer ou dando em troca aulas de sexo anal para crianças, precisa de uma camisa de força.

Os ativistas homossexuais recebem rios de dinheiro para elaborar materiais para doutrinar os filhos dos outros nas escolas, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a denunciar esse crime.

O governo federal gasta milhões em políticas, eventos e leis para expandir a agenda gay na sociedade e nas escolas, e não temos nenhum disque-denúncia para denunciar esse vergonhoso investimento na sodomia.

Milhares de meninos são estuprados por homossexuais por ano, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a cobrar do governo uma campanha ampla contra os predadores homossexuais. Pelo contrário, já denunciei várias defesas homossexuais à pedofilia, e o Ministério Público Federal e o próprio governo federal nem bocejam.

Luiz Mott, o maior líder homossexual do Brasil, vem há anos sinalizando preferências claramente pedófilas, especialmente quando apresentou publicamente um museu erótico alisando a estátua de um bebê pelado.

Contudo, em vez de ser enquadrado criminalmente, ele é alvo de condecorações e adulações governamentais. Ele aplaudiu quando a ABGLT, a maior organização gayzista do Brasil, se queixou de mim ao Ministério Público Federal.

Mas se nos queixarmos dos abusos que a agenda gay e seus cúmplices governamentais estão cometendo contra nós e nossos filhos, os militantes homossexuais “ofendidos” podem nos denunciar pelo disque-denúncia criado especialmente para os amantes do sexo anal e perversões semelhantes.

Se permitirmos que as denúncias estúpidas deles neutralizem nossa capacidade de reação e defesa de nossas famílias, a opressão deles contra nossos filhos passará de mera doutrinação homossexual nas escolas para alisamento físico e muito mais.

Nessa altura, se nada fizermos, poderemos ser denunciados e criminalizados se não entregarmos nossos filhos aos tarados de Sodoma.