sábado, 16 de novembro de 2013

CORRUPÇÃO, SEQUESTRO, TORTURA E MORTE!


Os irmãos de Celso Daniel responsabilizam o ministro Carvalho e o PT pela morte do petista. Afirmam que o crime foi político e causado por um sombrio esquema de desvios de recursos de prefeituras para financiamento de campanhas eleitorais. Para a família do prefeito assassinado, Celso Daniel havia descoberto o esquema de desvio de recursos e estava disposto a denunciá-lo. Essa teria sido a razão de sua morte.

Sombra, o ex-secretário da prefeitura Klinger Luiz Oliveira Souza e o empresário Ronan Maria Pinto são investigados por suposto esquema de cobrança de propina em Santo André. O MP afirma que Sombra decidiu matar o prefeito após Celso Daniel descobrir o esquema montado pelo grupo. O ex-segurança e Celso Daniel tinham saído de uma churrascaria nos Jardins, em São Paulo, numa Mitsubishi Pajero, quando foram perseguidos e cercados pelos criminosos que estavam em três carros, na zona sul da cidade. O prefeito foi retirado do veículo. O corpo apareceu três dias depois, com marcas de tortura e tiros, numa estrada próxima à Rodovia Régis Bittencourt.

NÃO VAMOS NOS ESQUECER DE QUE 14 TESTEMUNHAS DO CASO “CELSO DANIEL” FORAM MORTOS, EU FALEI 14, ISSO É COISA DE UMA FACÇÃO CRIMINOSA BEM ORGANIZADA.

Outro caso com características de crime de mando que teve versões conflitantes é a morte de Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT, prefeito de Campinas, em 2001. A polícia afirma que ele foi morto num assalto. A família e os amigos rejeitam a versão. O assassinato de Toninho tem contornos de crime político pela sequência de mortes. Numa operação frustrada para prender supostos matadores de Toninho, foram mortos numa operação policial em Caraguatatuba, ainda em 2001, QUATRO SUSPEITOS.

Em razão das divergências acentuadas entre as versões da polícia e do MP, as mortes de Celso Daniel e Toninho do PT não estão na lista de assassinatos políticos a mando da quadrilha Petista!


Que tal reabrir esses casos? Com a palavra o Ministério Público!


Fontes: Estadão (SP) e Revista Veja.

Nenhum comentário:

Postar um comentário